Domingo, 18 de Abril de 2010

.Ouvi dizer*

As pessoas que lêm o teu blog conhecem melhor os teus sentimentos, conhecem-te melhor do que eu.

Sim, já sei, li no teu blog.

Então, estás bem? Já soube pelo blog.

Contas primeiro ao blog do que a mim.

Não estás bem, pois não? Parecia mesmo que não naquele texto.

Estás com aquela cara de quem já está a pensar como vai pôr isto no blog.

Espero que escrevas sobre isto.

Não escrevas sobre isto, é só nosso.

Acho que não gostas de mim porque não escreves sobre mim.

Gostas muito dela/a, não é? Aparece muito nos teus textos.

Comecei a gostar de ti pelo que escreves aqui. Não te conhecia.

És assim só no blog ou és mesmo assim?

Tens um blog e têm de ser os outros a contar-me?

Desculpa lá, é que eu não leio o teu blog.

Não achas que dás importância de mais àquilo?

Devias escrever noutros sítios.

É só um blog.

 

Pausa no blog, ao som disto:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

 

 

"Wake up one morning you realize
Your life is one big compromise
Stuck in the job you swore was only temporary

Feel like the world is passing you by
Never done all the things you would need to try
Stuck in one place, got a pain in your face from all your stressin’ out


You ask yourself there’s got to be more than what I’m living for

You ask yourself there’s got to be something else, something more, more, more

Well let the sun shine on your face
And don’t let your life go to waste
Now is the time, got to make up your mind
Let it shine on you, let it shine on you

Feel like there’s nothing nowhere to go
You try and fight but you can’t let go
Roll the pain, got so much to gain
Now is the time

You ask yourself there’s got to be something else, something more, more, more
(…)"

 

*Hoje quero dedicar-me só aos queques que a mãe fez, a dançar na cozinha com o pai, a visitar os avós à chuva, a comprar roupinha nova, a enroscar-me no sofá com a mana... à vida.

Lá fora: "Oh, I can’t lie, I’m so lonely"
Terça-feira, 23 de Março de 2010

.Ficções

 

Para o meu primo F., que ontem, no meu regresso ao Messenger, me fez prometer que, um dia, vou escrever um livro e tentar ultrapassar o estigma que um dia herdei de Luiz Pacheco, “Não tenho imaginação, o que escrevo é a minha vida”. E assim se inaugura uma nova tag, Ficções. Minhas. Serão realidades de outros, de outros tempos. Afinal, não estão todas as histórias do mundo já contadas?

 

“Irrita-me a maneira como justificas as tuas coisas. ‘Tendo em conta o que fiz um dia, não vai correr bem’, ‘Achas que me vou fartar de ti um dia?’, ‘Um dia posso partir para não dizer mais nada’. Provaria que és uma pessoa sensata, digo-te. Enquanto tento esquecer os meus medos, esmagá-los com a mesma força com que te aperto nos braços e colo os meus lábios nos teus. Um dia vai aparecer alguém que não te fará pensar no passado, mas só nos dias que virão. Eu não consigo. Mesmo gostando assim de ti. Tentamos arranjar respostas, nomes, para aquilo que somos quando estamos juntos. Refúgio não. Não gostas, não queres. Chamas-me refúgio, dos teus dias, a mim. E eu também não gosto. Talvez não queira também. Compasso. És tu que marcas o compasso dos meus dias. Pode ser?  Saio de perto de ti, de ti, com um só pensamento. Chega. Nada de vícios, nem de descompassos constantes. Nada de tentar perceber o que se passa dentro de ti. Esquecer-te. Mas isto é num instante. No outro, tento perceber se é por saberes tão bem o que sou para ti que não queres que gaste as mesmas palavras contigo. Tento perceber-te. Refúgio. Sou apenas isso, percebo. Nem o teu beijo, tão nosso, que encaixa do princípio ao fim, me dá respostas. Um dia penso que as tenho todas, no outro não sei de ti. Quando eu as encontrar, penso, talvez já não sejas o Norte que me orienta. Talvez eu nunca tenha orientado os teus dias. Um dia posso partir para não dizer mais nada. Sou uma pessoa sensata?”

Estou:
Lá fora: “Mas eu sou de letras / não me sei dividir.”
Terça-feira, 16 de Março de 2010

.

 

 

Era suposto ter tirado umas férias do blog. Fechar para balanço. Fazer aquilo que toda a gente faz quando o ano muda e eu me recusei a fazer. Achei que esta era a altura certa para estabelecer prioridades, definir objectivos, interpretar sentimentos, aprender a falar  sobre eles e não a escrever apenas. E até estava a correr bem. Até ontem. Porque tive um acidente.
 
Foi mais ou menos à hora do lusco-fusco. Ali, quando se decide entre o dia e a noite, também eu mudei uma data de opções. Vou à aula, não vou; vou nesta fila, faço um desvio; vou ver não sei quem, não vou ver; páro para comer, como depois. Todas estas questões tiveram resposta no momento do embate. “Bateram-te?”, dizem-me sempre que começo a contar. Não, eu é que fui a má.
 
Estava na fila há já um bocado. A achar piada à matricula do carro que seguia em frente, ZR, e a fazer o zapping habitual, sem esquecer o espaço de segurança. E depois não sei bem como, o tapete enrolou-se nos meus pés e não achei o travão. E lá fui eu, a ver que ia bater sem conseguir fazer nada. A minha sorte nestas coisas é que estou sempre parada, ou quase. E fui muito crescida. Na hora. Porque não chorei nem liguei a ninguém a não ser quando dei conta que não encontrava o colete, escondido numa gaveta secreta.
 
Acho que nunca tinha dito tantas vezes a palavra ‘desculpa’. Com os pedidos de desculpa, ia-lhe dizendo que era uma pessoa muito má. Até que terminámos as duas a rir, enquanto preenchíamos a declaração amigável com a caneta que ganhei por me tornar dadora de medula na semana passada e tentávamos desenhar o embate. Foi quando eu olhei para baixo do carro dela – que até então pensávamos que só tinha ganho um arranhãozito ligeiro, que vi qualquer coisa a pingar e pensei que fosse combustível. E foi aí que ‘panicámos’. Chamámos o reboque, eu passei-lhe o meu telemóvel para as mãos, e decidi que ficava ali com ela, que também não gostava nada que me deixassem sozinha na beira da estrada em pleno lusco-fusco (que já se tinha decidido, entretanto, pela noite). Além do mais, eu é que tinha sido a má. A estraga tardes e carros.
 
E entrámos para o meu carro. Ficámos à conversa ainda um bom bocado. Falámos sobre o embate, os carros, os contactos, o trabalho, o TagusPark. Coisas da vida. Foi quando o reboque chegou. E nos rimos um bom bocado com o sr.. Parece que o carro da moça estava a armazenar água na zona do pneu suplente, que, com o embate, saiu. E pronto, era só isso. Entretanto, eu disse qualquer coisa e o senhor responde: “mas tiveram um acidente?”. Sim, fui eu a má, a que bati, só fiquei para fazer companhia. “Veja lá que eu desde o início estava a pensar que eram amigas e que só tinha vindo para ajudar. Isto não é normal. Devia ganhar um prémio de boa pessoa”. E rimos os três, enquanto falávamos num jantar a 15 de Março de 2011 para comemorar a “batidela”. Despedimo-nos, com promessas de voltar a falar e a lamentar que, com tanta coisa em comum, tivesse de ser um embate a fazer com que nos conhecêssemos.
 
Entrei no carro e senti o peso do volante. Estava na hora de ligar aos pais. E de chorar um bocado (tu choras por tudo, diz-me o C.). Os homens da minha vida utilizaram o mesmo disco: são coisas que acontecem, de que cor era o pára-choques dela?, às tantas ainda te utilizou só para ter uma pintura nova, e o travão de mão?, choraste muito?, quer dizer que lhe arranjaste o carro e ainda vais pagar?, deixaste a rapariga ligar do teu telemóvel e ainda lhe ofereces boleia?, mas tu conhecias a rapariga de algum lado?, mas tu não mudas?. E eu respondi a tudo com muita força e certeza, que não queria que eles me (ou)vissem de lágrima no canto do olho. Que sim, desde lá de trás que eu tinha percebido que o carro me estava a fazer olhinhos, a implorar para que eu lhe batesse porque precisava mesmo de um pára-choques novo ou de uma pintura, e foi aí que o mundo o ajudou e conspirou a favor dele, me enrolou o tapete debaixo dos pés e me bloqueou o cérebro.
 
Fiz-me à auto-estrada, sem passar na via verde para não dar mais despesa, enquanto espreitava um bocadinho para me encaixar. Só o encontrei mais à frente, quase em casa. Encostei, descalcei-me, sentei-me à índio, chorei um bocadinho ao som da minha música preferida do momento e só ao fim de uns minutos – o tempo suficiente para pedir ovos mexidos e chocolate –, me fiz à estrada, enquanto via as mensagens e os telefonemas da malta da terrinha tão pouco tempo depois de ter contado apenas aos papás.
 
Cheguei a casa com uma vontade doentia de escrever. Acabei por adormecer no sofá, sem falar, sem escrever. Nem a passagem para a cama às tantas da manhã interrompeu os meus pesadelos: vivi vezes sem conta o meu embate a dez à hora, aqueles segundos em que percebi que ia bater e não consegui fazer nada.
 
Quando acordei percebi: nada de férias, nada de balanços. Nada de interpretar sentimentos ou sinais longe daqui, desta folha em branco. Nem de tentar descortinar porque tive de bater num ZR para perceber isso. Porque, entendi agora, talvez nunca consiga exprimir-me de outra maneira que não esta, com palavras-dos-dedos.
Estou:
Lá fora: "Tu és a pessoa que eu escolhi para me dedicar."
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Quinta-feira, 11 de Março de 2010

.Inatingível

 

Se perguntarem por mim digam que voei. Durante uns tempos.

 

 

Estou:
Lá fora: “(…)where have U been,I wonder if I'll ever see you again"
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Segunda-feira, 8 de Março de 2010

.Parabéns

O meu ‘estaminé’ fez ontem três aninhos. E eu esqueci-me. Entretida que estava a correr a casa das vizinhas, a levar mimos, a matar saudades e a ver carros serem tirados da lama. Por isso, e porque tenho poderes para isso, alterei oficialmente o aniversário para hoje e, à conta dele, já comi um Kinder Bueno e hei-de comer um cheesecake de frutos silvestres da Go Natural com três velinhas em cima. Há que comemorar. Porque o .Se perguntarem por mim digam que voei começou sabe-se lá porquê ou como e hoje é uma parte importante de mim. Porque, muitas vezes – como hoje – só ele e os rascunhos que lhe vou deixando sem nunca os publicar sabem como estou. Somos feitos da mesma matéria. Das mesmas emoções, das mesmas dores, dos mesmos sorrisos. Somos a mesma coisa. Por isso, também eu ontem (hoje) fiz 3 aninhos. E estou a comemorar. Ou a compensar as minhas carências. Talvez ainda lhe dedique um pãozinho de cereais com ovo mexido, um batido de morango com muito açúcar e uma sobremesa de chocolate que há-de haver lá no frigorífico. E talvez compre outras botinhas, no meu passeio à chuva pela baixa. Só porque é dia de festa. Parabéns. E obrigada. (amigo, conselheiro, diário, página em branco, ouvinte, memória, ponte, casa, asas, eu)

 
[e um brinde ao meu cabelo, que nas fotos que encontrámos aqui no trabalho, de 2008, era assim: perfeito, sem madeixas nem extensões. Só eu e ele. Hoje estou um bocado nostálgica, mas isto passa] 
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Lá fora: "Sabiam que vêm cá os russos...?"
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Sexta-feira, 8 de Janeiro de 2010

.Sem nome

 

Quando era pequena, não gostava do meu nome. Não conhecia mais ninguém que o tivesse, e achava que isso era mesmo triste. Nunca tive ninguém com o meu nome na turma. E só aos 20 anos conheci uma professora de inglês que respondia pelo mesmo nome que eu. Depois havia o problema do segundo. Aquele que quase todos temos vergonha de dizer e que, basicamente, só existe para percebermos quando os pais vão ralhar connosco. Quando vinha de lá um “L. S.” dito daquela maneira arrastada, eu já sabia que vinha por aí sarilho.
Com o tempo, aprendi a gostar do meu nome. Não me vejo com mais nenhum. Sou eu. Ao ponto de virar a cara, na rua, de cada vez que o oiço, mesmo que não conheça ninguém à volta. Agora já há muitas L., pequenas, sobretudo. Vieram com este fenómeno da globalização e das telenovelas.
Esta coisa da internet e de virmos para aqui debitar a nossa vida – muitos dizem ser para os outros, eu digo que é para mim mesma – fez-me esconder o meu nome. Esconder não, encurtar. Passei a ser uma L.. Não uma L. qualquer. Mas aquela que voa quando não encontra pouso seguro nas momentos do dia-a-dia. Nas mensagens que troquei com a Alice, ela dizia-me “não sei porquê, pensava que o L era de Leonor”. Mas não é.
Ontem reparei que a imagem do meu blog tinha desaparecido. É uma imagem normal, mas que tem um significado muito especial para mim. Encontrei-a por acaso e achei que era a ideal: tinha a ver comigo, com o nome do blog, perfeita. E tinha desaparecido. Assim como outras de posts mais antigos.
Contactada a ajuda do Sapo, a resposta foi: “A plataforma SAPO Fotos tem sofrido alguns desenvolvimentos e melhorias que tiveram repercussões em alguns users, nomeadamente nos users que têm um username com menos de 3 caracteres, o que, com os últimos desenvolvimentos, deixou de ser possível”.
E agora aqui estou eu. Aos 25 anos, em plena crise existencial, a precisar de um novo nome. Feito apenas de caracteres alfanuméricos e de underscore. Talvez seja altura de dizer o meu nome. Ou de não sei o quê. Sei que, hoje, não estou com disposição para me baptizar [e não me venham falar de acordo ortográfico porque não estou num dia bom]. Por isso peço ajuda. Alguma sugestão?
Lá fora: a rádio cidade de um carro que não o meu...
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Quinta-feira, 20 de Março de 2008

.Hoje

[elotopia.net]

 

Às vezes (quase sempre), gostava que permanecesses um segredo bem guardado, assim, só meu. Para que quando o mundo (ou a minha cabeça) doesse (hoje), eu pudesse encostar os caracóis no teu colo, chorar, mesmo que baixinho, e gritar, bem alto dentro do nosso silêncio. Sem ferir ninguém. Sem me preocupar com os erros. Com as frases mal construídas. Com os enganos. Hoje, as asas não foram (são) suficientes. Ficamos assim, tu e eu, condensados num grito mudo, numa lágrima seca, num colo vazio.

 

Estou:
Lá fora: "Dói-me a cabeça e o mundo", F. Pessoa
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Sexta-feira, 31 de Agosto de 2007

.Se perguntarem por mim digam que voei

 

 

Ontem, no meu dia de maior "desinspiração" desde há algum tempo, obriguei-me a pensar em coisas boas. Voei até Março e reli tudo o que escrevi até hoje. E a viagem soube tão bem... Desde pequenina que tenho uma caixa das recordações. Várias, aliás, onde cabe toda a minha vida. Pedras, embalagens, bilhetes de cinema, transportes, de pessoas, cadernos cheios de mensagens, fotos, ..., e as minhas agendas. Não passo sem uma, escolar, sempre. Lá vou eu, tantas vezes, a tentar armar-me em jornalista "grande", quando saco da minha agenda ultramoderna de um qualquer boneco animado e, em letras garrafais, sobressai "AGENDA ESCOLAR". Resquícios de Peter Pan . Segredos, pessoas, facturas, selos, postais, embrulhos de rebuçados, chocolates, tarefas diárias, objectivos, frustrações, mensagens, pequenas notas, ..., saem daquelas páginas que me acompanham para onde quer que vá. Deixar marca. De mim, das pessoas que passaram por mim, das coisas que fiz... Sempre me assustou a brevidade da vida. Mais do que isso, passar por este mundo e não dizer, de qualquer forma, "estive aqui". Acho que foi isso que me levou a ir "empacotando" e registando todos os episódios desta minha série onde sou protagonista todos os dias. Daí a ter um blog foi um passo. Sim, não para partilhar nada com ninguém mas simplesmente para registar. E para, nos dias maus como ontem, passar por aqui e perceber que há outros que valem a pena. Começou como um segredo bem partilhado, que aos poucos se foi revelando... para alguns. Agora, deixou de ser uma mera página de registo de mim para mim e passou a ser, muitas vezes, um grito para qualquer lado. Para contar a alguém não só o meu pequeno conto, mas também o de tantos outros que não quero esquecidos. E para me voltar a refugiar sempre que este mundo agridoce me obrigar a utilizar as asas.

 

[agenda escolar

31 de Agosto de 2007:

 

- "Fizeste boa viagem? Jocas mãe", enviadas às 08h45

 

- Jantar de anos

- Fazer malas para o Alentejo

- entrevista

- notícias para os sites

- hoje o meu blog está em destaque na página do sapo ;)

- a Ana vai usar aparelho

- ...]

Estou:
Lá fora: "My dream is to fly..."
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Quinta-feira, 30 de Agosto de 2007

.Perdida nas horas

 

Nas horas, no mundo e em mim. Sem rumo. Nem paciência para alimentar um blog. Estou uma seca do pior que pode haver... "Imprimida" ao máximo, péssima companhia, má conversadora, a escrever ainda pior. Não dou prioridade a ninguém na estrada, nem dou sorrisos de volta. O cabelo não encaracola como gosto e a roupa fica-me toda mal. Dou más respostas a torto e a direito e ignoro as conversas que me irritam. Fechei o telemóvel na mala e não vou ligar o messenger. Não se metam comigo hoje. Se me virem ao longe, mudem de direcção. É só um aviso...

 

Estou:
Lá fora: James Morrison - Wonderful world
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Terça-feira, 7 de Agosto de 2007

.Lê-me (escuta-me)

"On écrit parce que personne n’écoute" [Georges Poulot Perros]

 

 

Hoje li, algures, esta citação. Por momentos, quase consegui encaixar-me nela. Mas, depois, pensei: não, eu poderia ter quem me ouvisse. E, por isso mesmo, queria aqui deixar aqui um pedido de desculpas. A todas as pessoas que um dia esperaram ouvir o que de mim nunca saiu. A todas as que se esforçaram por me fazer falar de sentimentos. Às que aguardaram pacientemente por uma resposta minha, que nunca chegou. Às que esperaram que eu confessasse o que me vai na alma, sobre qualquer coisa ou sobre aquilo que realmente importa. Às outras. Aquelas que me ouviram durante horas sobre tudo sem nada de interesse... Às que nunca confessei ter um blog e por isso mesmo nunca vão poder ler-me. E nunca vão saber que só lendo(-me) me poderão realmente escutar.

 

Estou:
Lá fora: Jorge Palma - Encosta-te a mim
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