Segunda-feira, 20 de Janeiro de 2014

.Passatempos...

Eu também aderi, pela Benefit. Aqui:

http://girlswithorwithoutbangs.blogspot.pt/2014/01/passatempo-groovy-kind-love-by-benefit-2.html?m=1

 

L. às 00:16
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Quinta-feira, 2 de Janeiro de 2014

.2014

Vi no outro dia uma entrevista em que o jornalista Rodrigo Guedes de Carvalho dizia que todas as relações, todo o amor, têm de ser trabalhados – o simples facto de alguém ser da nossa família não nos obriga a gostar dessa pessoa, ninguém vem com um salvo-conduto para o amor. E eu percebi, uma vez mais, como sou sortuda. Sim, todos nos esforçamos, sem esforço, para sermos o melhor possível uns com os outros – vejo isso, por exemplo, nas ervilhas com ovos que a mãe acabou de deixar na minha bancada, ou na viagem que os pais acabaram de fazer só para trazer uma coisa à Aurora. Sim, esforçamo-nos sem que nos custe, porque gostamos, e essas acções fazem-nos gostar mais uns dos outros, mas já eram, antes dessas acções, pessoas facilmente ‘gostáveis’, aquelas a quem chamo família. Depois chegou a minha vez de construir a minha família, e de um amor que era já maior do que aqueles que conhecia, conseguimos fazer nascer um ainda maior, e engrandecer o nosso. A pessoa que escolhi, ou que me escolheu, para partilhar os dias tornou-se ainda mais gostável – para além de ser a minha pessoa preferida, é agora também o melhor pai do mundo (ao nível do meu), presente em tudo, disposto a partilhar tudo, mesmo uma fralda com cocó às 04:00. A razão de tudo isto, da nossa felicidade, tem agora uns 50 cm e talvez uns 4kg. Para mim, é a bebé mais bonita, mais perfeita do mundo. Já a amava antes de a conhecer, mas há pouco mais de um mês, quando saltou de dentro da minha barriga para cima dela e cruzámos o olhar pela primeira vez, conseguiu não só ocupar todo e qualquer espaço livre que havia no meu coração, como construir mais mas quantas divisões para se alojar lá também. Pequena Aurora veio com salvo-conduto para o meu amor, para o meu coração, para a minha vida. Usei uma passa para este desejo há um ano atrás, sem fazer a menor ideia do que tudo isto significava afinal. Do quão especial, grande, pleno é. Não sei o que 2014 ou o futuro nos reserva. Sei que 2013 me mostrou, sem o esperar, um amor maior do que tudo, que hoje é sempre maior do que era ontem, e que essa é a maior motivação para desejar sempre um amanhã. Um amanhã com todas estas pessoas da minha vida – tenho a sorte de lhes poder chamar família. Feliz 2014. Que seja cheio de amor.   

L. às 18:05
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