Segunda-feira, 27 de Setembro de 2010

.Uma vez, uma vez boa

Conheci o D. em Maio, por altura da Ovibeja. Fizemos a viagem juntos e comecei por achá-lo muito sério. À noite, à medida que os copos se iam esvaziando, o sorriso dele foi abrindo e a conversa saindo sem muito esforço. Mesmo estando juntos mais algumas vezes depois disso, as coisas não mudaram. Quando estamos juntos é sempre assim: é preciso conquistar a confiança dele antes de nos deixar entrar no mundo que pisa. Este fim-de-semana estivemos à conversa sobre o exame de inglês que teve de fazer, e como, perante a perspectiva de ter de repetir um ano inteiro por causa de dois créditos, isso o fez repensar a maneira como estava a encarar a vida e a escola. “Sabes qual é a teoria do meu irmão mais velho? Uma vez, uma vez boa. Não sabemos se temos mais oportunidades. Em tudo. Temos de encarar tudo – sempre – como uma única vez, e por isso tem de ser boa – temos de fazer o melhor possível”. E a teoria do irmão do D. passou a ser a minha filosofia do momento. Ao ouvir o D. senti que tudo aquilo estava tão certo. Nada mais estava tão certo. Uma vez tem de ser mesmo uma vez boa. [e não consigo encaixar novas oportunidades aqui]

 

 

 

Estou:
Lá fora: [o barulho das estrelas]
L. às 12:33
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4 comentários:
De Carlos Manuel Lopes da Silva a 28 de Setembro de 2010 às 10:34
Este fim-de-semana vi em DVD o "Yes Man".
Apesar de, antes de começar a assistir ao filme, não estar com grande expectativa, o certo é que me surpreendeu pela positiva.
E falo nesta película porque, ao ler este post, fez-me lembrar a mensagem do filme... Que devemos agarrar as oportunidades, devemos dizer sim a elas.
Acredito nesta teoria, no entanto às vezes não a aplico. Por timidez ou, pura e simplesmente, por preguiça.
Mas quero contrariar esta minha natureza e dizer SIM aos desafios que me aparecem ao longo da vida. Porque, por mais pequenos que pareçam, podem mudar toda uma vida, podem dar-lhe um alento, uma razão mais forte para sorrir todos os dias.

PS: Sobre o nosso "A rapariga que inventou um sonho", já li o conto "O Pirilampo"?
De Carlos Manuel Lopes da Silva a 28 de Setembro de 2010 às 10:36
Queria ter escrito "Já leu o conto..." e não "Já li...", daí o ponto de interrogação no final da frase
De L. a 28 de Setembro de 2010 às 11:50
Bom dia!

Confesso-lhe que ainda só tive tempo de terminar de ler o "Tony Takitani" e que me deixou um bocadinho abalada. Há livros/contos que têm o poder de nos deixar a pensar na nossa própria vida, e este foi um deles.

Pela pergunta, deduzo que "O Pirilampo" o tenha marcado. Vou tentar ler hoje. :)

*,
L.
De Carlos Manuel Lopes da Silva a 28 de Setembro de 2010 às 15:03
Então leia que vai ter uma surpresa...

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