9 comentários:
De Margot a 20 de Agosto de 2010 às 15:02
Ás vezes, não há nada melhor do que percebermos que tudo continua normal, mesmo com o passar dos anos...
De L. a 2 de Setembro de 2010 às 15:04
Eu também sinto isso em relação a algumas coisas...
De Henrique a 20 de Agosto de 2010 às 15:19
A Curia é fabulosa, tu ainda mais, mas confesso que me admira em ti essa necessidade de normalidade quando dizes adorar na vida exactamente o oposto. :-D. Pensa nisso. Beijos
De L. a 2 de Setembro de 2010 às 15:06
Já ouviste falar em portos de abrigo...? Fazem sempre falta, mesmo quando se descobre a utilidade das asas. :)
De Carlos Manuel Lopes da Silva a 30 de Agosto de 2010 às 14:15
Gostei bastante deste relato e achei ternurento o facto do hábito das férias com a avó e os primos não se ter perdido com o decorrer da idade.

É um bom local e oportunidade para acalmar da azáfama do dia-a-dia do resto do ano e, como lhe chamou, para "pôr as ideias no sítio".

Eu regressei hoje de férias e, com isso, retomei a rotina que inclui, como é claro, a leitura e o comentário a um ou outro blog (muito poucos) com os quais me identifico particularmente e que me ajudam a desanuviar do stress do trabalho.

Só tenho uma dúvida que ficou pendente antes de férias: é que a cara L. não respondeu ao meu comentário sobre o "Norwegian Wood" de H. Murakami, que deixei no passado dia 29-07-2010, aqui no blog (http://fly2neverland.blogs.sapo.pt/37394.html).

A propósito, algum desses livros que não terminou de ler incluiu um título de Haruki Murakami?

Abraço
De L. a 1 de Setembro de 2010 às 17:02
Olá!

Como está a correr o regresso? Eu estou cheia de vontade de chegar a casa! Entre os livros que não terminei está "A rapariga que inventou um sonho". E comprei "O Elefante evapora-se" para juntar à lista. :) [já respondi ao outro comentário, finalmente...]
De Carlos Manuel Lopes da Silva a 2 de Setembro de 2010 às 08:28
Olá L.,

Começo por agradecer o comentário. Concordo plenamente.

Quanto ao meu regresso, está a correr muito bem, não fazia ideia que me fosse sentir assim.
Seja o resultado do descanso de férias, seja lá o motivo que for, sinto-me conformado com a ideia de vir trabalhar, os dias não me custam a passar como acontecia antes das férias e considero que, retomando alguns hábitos da rotina voltei a ter uma vida mais regrada e, consequentemente, saudável.

Tenho à minha espera, tal como a cara L., essas 2 obras de H. Murakami.
Neste momento estou a escassas 50 páginas de terminar o livro que me ocupou as últimas 2 ou 3 semanas e o próximo talvez seja de Gabriel García Marquez, mas posteriormente é quase certo que recorrerei a Haruki Murakami.
Quem sabe leio "A rapariga que inventou um sonho" para podermos trocar opinões.

Abraço
De L. a 2 de Setembro de 2010 às 15:16
Confesso que, se fosse outro livro, já me sentiria mal por não lhe dedicar mais tempo... Mas como é um livro de contos não tenho aquela sensação de abandono. Estou a gostar bastante. É gira a forma como ele mistura personagens e situações que conhecemos de outras histórias dele. Gosto de reencontrá-los. :)

Quanto às férias, ontem também tinha esse pensamento. Hoje já só penso nelas outra vez! Que regresso agitado... :)
De Carlos Manuel Lopes da Silva a 2 de Setembro de 2010 às 16:23
Pois, entendo bem.
Eu sou um bocado renitente, no que toca a livros de contos ou histórias. Gosto de livros de 1 só história de princípio a fim. Os contos deixam uma sensação de fim abrupto e normalmente não prendem como um longo romance.
Talvez por isso é que tenha adiado "A rapariga que inventou um sonho" e "O elefante evapora-se".
Talvez tenha uma fobia qualquer.
Mas essa novidade que a cara L. me deu, em relação ao reaparecimento de personagens e situações de outras histórias de H. Murakami, deixou-me com água-na-boca.
Vou mesmo ter de o ler muito brevemente.

E o regresso foi agitado, porquê? Trabalho?

Como disse, eu regressei ao trabalho na última 2ª Feira mas tenho sorte porque só hoje, 5ª Feira, tive o primeiro dia realmente agitado. Tive 3 dias para me habituar, com toda a calma, não me posso queixar

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