13 comentários:
De Anónimo a 16 de Abril de 2009 às 02:19
Com uma descrição dessas dá vontade de ir a correr à loja comprar o livro! Parece que a L. foi paga para fazer publicidade... E bem que a sabe fazer.
De L. a 16 de Abril de 2009 às 09:32
E não será uma corrida mal empregue... Leia! Fico à espera... :)
De O Arrumadinho a 5 de Maio de 2009 às 11:29
Escrevi um post que parte deste livro...
De L. a 5 de Maio de 2009 às 11:40
Ah! Tenho um comentário d'O Arrumadinho! É engraçado... Só mesmo Haruki Murakami para conseguir um feito destes! :) Visito o teu blog todos os dias... E quando li o post "Star-Crossed Lovers" calculei que estivesses a ler este livro... Obrigada! *
De Luis Peres a 23 de Janeiro de 2010 às 20:03
Parabéns pelo texto. A minha mulher ofereceu-me dois livros do Murakami pelo natal porque sabe do meu interesse pelo cinema oriental (tenho um blog sobre o mesmo) e por histórias de amor com aquela atmosfera e não consegui parar de ler este livro.
Ainda não li mais nada do autor mas já se tornou dos meus favoritos só por este titulo.
Gostei mesmo muito da sua análise porque acho que acertou em cheio principalmente na reprodução da atmosfera do romance.
Se eu ainda não o tivesse lido agora iria logo comprá-lo e espero que muita gente o faça também porque é mesmo um romance muito bonito e cheio de emoção ao melhor estilo dos filmes românticos orientais que costumo aconselhar na minha página.
De L. a 24 de Janeiro de 2010 às 11:26
Obrigada! ;)

Murakami agarrou-me logo com “Kafka à beira mar”. É um livro perfeito, sem qualquer falha. No entanto, este é sem dúvida o meu preferido. Tenho tentado ler todos. Agora estou a fazer uma pausa. Murakami envolve-me de uma maneira muito estranha. Sempre que termino um livro dele tenho de fazer um tempo de luto muito grande. É profundo e obriga-nos a pensar na nossa própria vida. Tenho dois à minha espera, “Sputnik meu amor” e “Auto retrato do escritor enquanto corredor de fundo”, mas estou a ganhar coragem! ;)
De Carlos Manuel Lopes da Silva a 22 de Julho de 2010 às 14:49
Também eu, um amante da escrita de H. Murakami, me sinto nostálgico, cada vez que termino um livro deste autor.

Neste momento estou prestes a finalizar o oitavo livro que leio de Murakami e, ainda que a minha expectativa para conhecer o final seja grande, sinto esse dilema associado ao facto de saber que o sentimento de perda se vai apoderar de mim quando ler a palavra FIM.

Vim cá ter ao seu blog, numa das muitas pesquisas que fiz sobre Haruki Murakami e fiquei rendido à descrição que fez do "A Sul da Fronteira, a Oeste do Sol", que, admito, nem sequer está no top 3 dos meus favoritos deste autor.
Foi, sem margem para dúvidas, a melhor e mais acertada descrição que li sobre esta obra. Tanto que, depois de a ler, este livro ganhou um novo brilho para mim.

Partilhamos da mesma opinião que "Kafka à Beira-Mar" é o expoente máximo do autor. Para mim, é uma obra-prima.

Gostaria de lhe fazer uma questão:
Se tivesse de aconselhar um título a algum amigo, para começar a ler Haruki Murakami, qual seria, na sua opinião, o melhor para começar e prender a atenção?
De Carlos Manuel Lopes da Silva a 22 de Julho de 2010 às 14:49
Também eu, um amante da escrita de H. Murakami, me sinto nostálgico, cada vez que termino um livro deste autor.

Neste momento estou prestes a finalizar o oitavo livro que leio de Murakami e, ainda que a minha expectativa para conhecer o final seja grande, sinto esse dilema associado ao facto de saber que o sentimento de perda se vai apoderar de mim quando ler a palavra FIM.

Vim cá ter ao seu blog, numa das muitas pesquisas que fiz sobre Haruki Murakami e fiquei rendido à descrição que fez do "A Sul da Fronteira, a Oeste do Sol", que, admito, nem sequer está no top 3 dos meus favoritos deste autor.
Foi, sem margem para dúvidas, a melhor e mais acertada descrição que li sobre esta obra. Tanto que, depois de a ler, este livro ganhou um novo brilho para mim.

Partilhamos da mesma opinião que "Kafka à Beira-Mar" é o expoente máximo do autor. Para mim, é uma obra-prima.

Gostaria de lhe fazer uma questão:
Se tivesse de aconselhar um título a algum amigo, para começar a ler Haruki Murakami, qual seria, na sua opinião, o melhor para começar e prender a atenção?
De L. a 22 de Julho de 2010 às 15:47
Olá.

Neste momento estou a ler o meu primeiro livro de contos dele, "A rapariga que inventou o sonho", e estou a gostar muito.

"A Sul da Fronteira, a Oeste do Sol", "Norwegian Wood" e "Kafka à beira mar" estão no meu Top3, não necessariamente por esta ordem.

Curiosamente, o que menos gostei está no top de todos os que conheço e gostam de Haruki, "A crónica do pássaro de corda". Gostei, mas não me tocou profundamente - excepção para a amizade entre ele e a miúda do jardim.

O que me deixa rendida, para além das histórias, da fantasia tão bem encaixada nos dias, é ver as datas das primeiras publicações! Nem queria acreditar que "A Sul da Fronteira, a Oeste do Sol" é de 92 (segundo me lembro), ia jurar que se passava nos nossos dias.

Para começar não sei bem - a mim prendeu-me com "Kafka", mas talvez sugerisse "Sputnik meu amor", por terminar razoavelmente bem. Os mistérios nunca serão resolvidos, mas aprendemos a viver com eles. Gosto também dessa liberdade que eles nos dá - é como se permitisse que tomássemos as rédeas da história.

Gosto muito.

*,
L.

De Carlos Manuel Lopes da Silva a 23 de Julho de 2010 às 10:47
"A rapariga que inventou o sonho" foi o último livro que adquiri deste autor. Está na minha prateleira à espera.

Neste momento estou a escassas páginas do final de "Norwegian Wood" e estou a amar. Tanto, que até sinto aquela nostalgia que descrevi no meu comentário anterior. Vou ter saudades deste livro.
É uma história bastante triste mas encantadora.
Sem dúvida que já ocupou os lugares cimeiros das minhas preferências deste autor.

Fiquei estupefacto com a informação que deu em relação a "A Sul da Fronteira, a Oeste do Sol" ser de 92! A hístória é bastante sofisticada para ter sido escrita há 18 anos... Só podia ter sido escrita por um génio!!!

Parabéns pelo blog. É interessante e aolhedor.
Obrigado, também, pela resposta à minha questão.
De L. a 25 de Julho de 2010 às 21:27
Foi isso que senti... Em todo o livro, nada me fez suspeitar que tivesse sido escrito há tanto tempo! Só me perguntei uma vez: "porque é que ele não pesquisa o nome dela na net ?". :) Nos dias de hoje faria sentido.

"Norwegian Wood" tocou-me bastante. Aguardo o final da sua leitura para podermos conversar sobre ele.

É um prazer recebê-lo por aqui.

***,
L.
De Carlos Manuel Lopes da Silva a 26 de Julho de 2010 às 09:12
Bom dia L.,

O prazer é todo meu.
Finalizei ontem o "Norwegian Wood" e, como seria de esperar, hoje sinto-me saudosista, quase como embriagado com o desfecho da história.

Mais uma vez fiquei a meditar sobre o final da história pouco objectivo, e daí tão fascinante, característico deste fabuloso autor.
Apesar da ter a mente "confusa", quando fechei este livro pensei que este final deve ser o antónimo dos dos livros de, por exemplo, Nicholas Sparks ou Sveva Casati Modignani. Aqui corro o risco de estar a ser injusto porque nunca li nada destes autores mas é verdadeiramente o que sinto (e por isso nunca me dediquei a estas leituras).

Outras escolhas à parte, o "Norwegian Wood" deixou-me titubeante entre 2 desfechos. Muito resumidamente:

- Watanabe, tal como a amada Naoko e o grande amigo Kizuku, sucumbiu e foi para junto deles. Não havia nada que o prendesse ao lado dos vivos.
Também para junto de Midori que, muito subtilmente numa página anterior, foi referida como se viria igualmente a suicidar.

- Watanabe ficou com Midori.

Claro que esta é uma visão muito redutora do meu ponto-de-vista. Mas gostava muito de saber a opinião da cara L..

Gostei da filosofia à qual Watanabe se rendeu, quando sofria pela morte de Naoko, que dizia que a morte não é o fim da vida mas uma parte dela.

Mais uma vez reforço a ideia de que este "Norwegian Wood" é uma obra genial que alcançou o top 3 dos meus predilectos de Haruki Murakami (note-se que, até ao momento, li 8 livros deste escritor).

Abraço,

Carlos Manuel
De L. a 1 de Setembro de 2010 às 09:24
Tem toda a razão, deixei passar este comentário. Eu sou uma eterna romântica, para mim só há um desfecho posível: Watanabe ficou com Midori. Lamento apenas que ele nunca venha a sentir por ela o que sentiu por Naoko. E se ela não tivesse morrido, este desfecho era possível? Acho que não. :)

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