Sexta-feira, 11 de Maio de 2012

.Parabéns

Este ano, pela primeira vez, ia ser tão fácil oferecer-te uma prenda de anos. Com tantos concertos bons que por aí vêm, não ia ser nada difícil. Provavelmente, já terias comprado bilhete para todos aqueles que quererias ir ver, mas eu ia contornar isso facilmente, e oferecer-te um castigo bom. Ia obrigar-te a ires a um dos meus. Sei que o teu dia de Rock in Rio seria o de Offspring e amigos, mas lá terias tu de ir ver Bryan Adams comigo. Ou então escolhia um daqueles que quero mesmo ir ver, mas ainda não tive coragem de gastar dinheiro. Lana Del Rey no Meco, Florence and the Machine aqui tão pertinho. Estes iam ser castigos maus para ti. Mas sei que ias aguentar estoicamente. E sei também que quando eu me sentisse cansada voltavas a sentar-te na relva, como tantas vezes, para deixar-me descansar os olhos nos teus ombros. Ou podia apostar numa repetição, e íamos ver Keane, ou Sting. Ia ser tão fácil. Tenho tanta, mas tanta pena que não estejas aqui. Por tantas coisas, pelas pequenas, como estas, também. Parabéns Tuto.

Segunda-feira, 3 de Outubro de 2011

.O meu voto

Sou apartidária. Nunca me identifiquei com nenhum partido político, vou-me encaixando em ideias soltas e tenho votado sempre depois de intensa pesquisa sobre os candidatos. Ainda assim, de vez em quando é bem possível verem-me em comícios, com símbolos de partidos ou em festas de apoio. Por dois motivos, sendo o primeiro deles a família. Tenho fotografias na praia, com uns 4 anos, enrolada numa toalha do partido da prima Bri., assim como com laranjas pequeninas a fazer de brincos ou bandeirinhas que eu nem sabia o que significavam, que ela me ia dando para brincar. O segundo é a música. Já fui ver Rui Veloso a apoiar o Moita Flores em Santarém, onde nem sequer voto, e fui ao concerto de apoio ao Manuel Alegre quando se candidatou a primeira vez a Presidente da República, em 2005. Do cartaz constavam nomes como UHF, Manuel Freire, Lena D'Água, Rádio Macau e Jorge Palma. Quanto a este último, foi mesmo o melhor concerto dele que alguma vez vi, e já vi alguns – no final da noite, depois dos autocarros dos apoiantes terem partido, ficou no palco, connosco à volta, talvez menos de 50 pessoas num Atlântico vazio, a cantar em modo ‘discos pedidos’. Mas, para mim, a surpresa da noite foi mesmo o senhor Pedro Barroso, que eu não conhecia de lado nenhum. Há alguns dias atrás dei por ele entre as 399 músicas do meu iPod – agora tenho a mania de passar todas as músicas das outras pessoas e fazer uma triagem só algum tempo depois. E é a mesma música que me fez sorrir naquela noite, entre gritos de apoio que eu ia ignorando, e desejar ser aquela menina para alguém - a menina dos olhos de água. Tem passado em modo repeat por estas bandas. Eu voto nele.

 

Segunda-feira, 31 de Janeiro de 2011

.Deolinda [28-01-2011]

Deu para rir. Deu para chorar.

 

Ele passou e sorriu 

Ele passou por mim e sorriu,

E a chuva parou de cair.

O meu bairro feio tornou-se perfeito,

E o monte de entulho, um jardim.

(…)

Sou a mariposa bela e airosa,

Que pinta o mundo de cor de rosa,

Eu sou um delírio do amor.

Sei que a chuva é grossa, que entope a fossa,

Que o amor é curto e deixa mossa,

Mas quero voar, por favor.

(…)

Se o mundo deu nisto e bastou um sorriso,

O que será se ele me falar.

 

Sem noção

“Tu não tens noção do que tens,

De quem és,

De quem sou para ti

E tu perdeste a noção

De quem

Gosta de ti.

Gosta de ti,

Sem a noção

De que o amor tem...

Gosta de ti,

Sem a noção

De que o amor tem fim.”

 

Parva que sou

“E fico a pensar,

Que mundo tão parvo

Onde para ser escravo é preciso estudar.” 

Lá fora: "Temos de falar sobre umas coisas."
Quinta-feira, 1 de Julho de 2010

.Os melhores €4.65 da minha vida

Estou viciada nas sopas do McDonalds. Não é um mau vício, já fui dona de alguns bem piores. Ontem, antes da aula, rodei pelo 2º andar do Colombo, a tentar decidir-me quanto ao lanche, até parar ali, pela segunda vez no mesmo dia. Numa fila para comprar uma sopa – a de feijão branco, a minha preferida. “Compras-me um penso?”, ouvi dizer enquanto me puxavam a camisola. Olhei para o lado, era um miúdo giro, pequeno e redondo, de olhos verdes e t-shirt branca a fazer publicidade a uma marca qualquer. E que tal um lanche?, disse-lhe eu. “Pode ser. Quero um Big Mac”. “Também não és pobre a pedir”, disse-lhe a senhora da caixa. “Tenho fome”, foi o troco dele. E aquela resposta fez-me sentir tão mal que prometi a mim mesma nunca mais dizer “tenho fome” só porque o meu estômago reclama da hora. Batatas e sumo? “Água, tenho sede”. E ficámos a conversar, na fila e no lanche. Fiz-lhe perguntas, muitas. Chama-se Francisco. E estás aqui a fazer o quê, não devias estar na escola? “Estou de férias e tenho de ajudar os meus pais”. E eles? “Na feira, a vender coisas”. Tem 9 anos e passou para o 5º ano, “nunca chumbei!”. E não te custa, andares aqui? Eu acho que não tinha coragem, e olha que eu tenho muita lata. “Não, já estou habituado. Às vezes respondem-me mal, noutras vezes nem me ligam, mas também há pessoas boas, como tu”. Fiz-lhe uma festinha no cabelo. "Às vezes acho que as pessoas têm medo de me tocar", respondeu ao meu toque. Fazes mal? "Não, mas devem achar que sou piolhoso ou assim". Estás a olhar para a maior piolhosa de sempre, até já apanhei bem crescidinha, gostam de mim, nada a fazer. Tens medo de me tocar por isso? "Claro que não", riu-se.  E namoradas? “Nah, gosto de uma rapariga da escola, mas não sou muito de namorar – e agora com as férias ela ia esquecer-me”. Ela sabe ao menos que gostas dela? “Fazes muitas perguntas! Não, não lhe disse, não sou muito de namorar”. Olhei para o relógio e percebi como a Mafalda tem razão, “o tempo corre / só quando dói é devagar”. Não te importas de ficar sozinho? “Estou habituado, e a minha irmã anda aí também, a fazer o mesmo que eu”. Posso roubar-te uma batata? “Foste tu que pagaste, tiras as que quiseres”. Lembrei-me da Ru. (ou Ri., como ela prefere), uma menina refugiada de 9 anos que conheci no aniversário aqui do estaminé. Foi ter comigo para pedir bolachas, mas depois não queria lanchar comigo porque tinha vergonha que eu pagasse, e só aceitou quando lhe expliquei que podíamos ser amigas – e os amigos oferecem coisas uns aos outros. Roubei-lhe a batata (são tuas, está dado) sem pensar nos 10€ que vou ter de acrescentar à caixa da dieta*. “Tens uma blusa muito gira, aí com essas coisas a segurar – nunca tinha visto. E fica bem, assim com os teus caracóis a tocar aí. Há pessoas a quem o cabelo parece que não encaixa, mas o teu fica-te bem”. Francisquito, olha que eu acho que tu tens um jeitão para namorar. E dei-lhe um beijinho na bochecha com sardas, como eu gosto, enquanto corria para o metro de batata frita na mão – onde investi os melhores €4.65 da minha vida.

 

 

* A caixinha da dieta, ou melhor, o lucro de todas as minhas falhas na dieta já deu frutos. Gastei num ida ao Meco no próximo dia 16 de Julho. Eu e a A. vamos ver Keane. Senhores, há alguma maneira de vos fazer cantar isto? É que, caso se confirme esta ausência do vosso alinhamento, terei de repensar toda a minha teoria dos sinais. E esta é uma teoria muito importante na minha vida. Está a ser-me tão penosa esta entrada nos 26, não queiram contribuir para o meu desarranjo interior. Obrigada!

 

 

O Scotty morreu ontem. Às 13:00, debaixo da árvore preferida dele. O Scotty era o cão mais antigo do meu pai. Foi, em tempos, um Ás na caça. Fazia, este ano, os mesmo anos que o primo F., 18. Ontem chorei um bocadinho por ele. Até porque era o cão da minha vida, o único que eu autorizava a fazer aquelas coisas habituais dos cães. Lembro-me da noite que passei em claro com o pai, a tentar fazê-lo engolir um comprimido de todas as formas e feitios porque estava mesmo muito doente. Sobreviveu, e continuou a ser o melhor a apanhar coelhos. No último ano começou a ouvir mal, a ganhar pelos brancos no focinho, a fazer grandes esforços para mudar de uma sombra para a outra. Ainda me despedi dele, no outro dia, com umas fotos giras. E voltei a falar-lhe do nosso segredo: de quando, às escondidas de todos, o soltava da casota dele e o sentava no meu colo, enquanto baloiçávamos no cantinho dos baloiços, por trás da casa da avó. Era um perdigueiro grande e gordo, mas encaixava bem no meu colo. Vou ter saudades do Scotty.

 

Vou deixar de ler a Maya. Ah, que tretas!, digo sempre, mas depois isto fica a matutar-me na cabeça. A palavra tem poder – escrita também! E hoje não é bom. “SAÚDE: Tenha cuidado com o consumo excessivo de fritos. / AMOR: Poderá sentir-se limitado e sufocado; exija que façam algumas cedências. / DINHEIRO: Em negociações deve acalmar algum nervosismo, redobrar atenção e não mostrar todos os trunfos!”.

 

Hoje levantei-me às 05:30 para ir correr. Eu, que tantas pragas roguei a quem deu o nome ao teste de Cooper, a correr é um verdadeiro milagre. Quando estou de férias na Curia, arrasto-me para o ginásio todas as manhãs com o primo F., e com todas as loucuras que ele vai dizendo lá me aguento na passadeira. Mas correr, de livre e espontânea vontade, sem qualquer aparelho a auxiliar, e às 05:30 da manhã, não é coisa da L.. Mas correu bem. Foi bom. Estou bem disposta e já sinto a celulite a fazer as malas. A partir de hoje, corrida às 05:30.

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Lá fora: 

“Sometimes it seems that the going is just too rough / And things go wrong no matter what I do / Now and then it seems that life is just too much / But you've got the love I need to see me through”

Quarta-feira, 24 de Março de 2010

.A Mafalda

Sempre que dizia que gostava de Mafalda Veiga era a mesma coisa. “Mas tu gostas disso?”, “Mas ela tem só uma música ou são todas iguais?”, “Não adormeces?”, “Só pode ser solidariedade alentejana”, coisas assim. Há gostos que tenho perfeita noção de quando entraram na minha vida, do dia, da hora, do momento. Como Florbela Espanca. Era costume os avós e os pais trazerem-me qualquer coisa sempre que saíam da aldeia para uma consulta ou apenas em passeio. Foi assim que aumentei a minha colecção de bonecas de porcelana – que a mana fez questão de destruir por medo e que hoje eu agradeço, e a minha biblioteca. Foi numa dessas saídas que a avó T. me trouxe, de Évora, um livro de sonetos de Florbela Espanca. Estava no 9º ano, tinha acabado de mudar de casa, e, recordo-me, devorei-o na tarde em que o recebi, sentada no chão, encostada à cama de gavetas, com as minhas calças de ganga novas da Lee, uma blusa azul e preta que eu adorava, e os sapatos pretos de ondas da Ocean Pacific. Foi a mesma coisa com Vaya com Dios. Lá estava o cd deles, depois do papel de embrulho escolhido pela avó A. para a noite de Natal. Conhecia uma ou duas músicas, nada mais. Até àquela noite de Natal, em que a mana e eu vestimos saias iguais de cores diferentes compradas na Mexicali com o dinheiro dos mealheiros, e adormecemos a ouvir o cd vezes sem conta. Agora sou viciada, encafuei-os no meu iPod e rogo-lhe pragas de cada vez que vêm cá em concerto e eu não os consigo apanhar.

Mafalda Veiga não sei. Fui coleccionado cd a cd, concerto a concerto, conversa a conversa. Com a minha trupe do costume, a mana, o J., a Su., os C.. A achar piada à partilha da terra, da escola, da Mariazinha que vai lá a casa e que um dia também andou na dela. Mas não sei qual foi o primeiro encontro, por mais que pense nisso. No último cd fiquei um bocadinho desiludida. Como se tivesse o direito de ficar. Confesso que não lhe dediquei muito tempo, que fiquei apenas pelo que o rádio me dava. Não gostei, achei muito comercial, pouca Mafalda. E, pela primeira vez, um cd dela não foi para a minha estante.

Esta semana fizemos as pazes com esta música, que anda em modo repeat no meu iPod. Às vezes, dou por mim a encontrar na escrita de outros, nas palavras de outros, exactamente aquilo que queria dizer e não estava a conseguir. Com a Mafalda é assim. Outra vez. Gosto muito.

 

 

Balançar

“Pedes-me um tempo,

para balanço de vida.

Mas eu sou de letras,

não me sei dividir.

Para mim um balanço

é mesmo balançar,

balançar até dar balanço

e sair...

 

Pedes-me um sonho,

para fazer de chão.

Mas eu desses não tenho,

só dos de voar.

 

Agarras a minha mão

com a tua mão

e prendes-me a dizer

que me estás a salvar.

De quê?

De viver o perigo.

De quê?

De rasgar o peito.

Com o quê?

De morrer,

mas de que paixão?

De quê?

Se o que mata mais é não ver

o que a noite esconde

e não ter

nem sentir

o vento ardente

a soprar o coração...

 

Pedes o mundo

dentro das mãos fechadas

e o que cabe é pouco

mas é tudo o que tens.

Esqueces que às vezes,

quando falha o chão,

o salto é sem rede

e tens de abrir as mãos.

 

Pedes-me um sonho

para juntar os pedaços

mas nem tudo o que parte

se volta a colar.

 

E agarras a minha mão

com a tua mão e prendes-me

e dizes-me para te salvar.

De quê?

De viver o perigo.

De quê?

De rasgar o peito.

Com o quê?

De morrer,

mas de que paixão?

De quê?

Se o que mata mais é não ver

o que a noite esconde

e não ter

nem sentir

o vento ardente

a soprar o coração.”

Estou:
Lá fora: “(…) soubesse eu artifícios de falar sem o dizer (…)”
Sexta-feira, 28 de Setembro de 2007

.Cheira bem

 

 

É sexta-feira. Já cheira a Alentejo. A colinho dos papás. A risos da mana. A fatias douradas da avó Teresa. A danças ao som do acordeão do avô Alzerino. A feijão com massa da avó Amélia. A passeios de bicicleta com a Matilde. A conversas de futebol com o Francisco. A momentos de partilha com os Carlos. A brincadeiras com o Carlitos e a Márcinha. A anedotas com os meus meninos. A pãozinho acabado de sair do forno. À minha caminha. A beijinhos das senhoras na loja e à saída da missa. Cheira a Casa. Hum...

 

[Mas, antes, cheira a orquestra de vegetais... Hoje, em Torres Novas, no Teatro Virginia. http://www.youtube.com/watch?v=hpfYt7vRHuY]

 

imagem: elotopia.net

Estou:
Lá fora: "Além Tejo, além Tejo, ..."
Quinta-feira, 27 de Setembro de 2007

.Vamos?

 

 

Esperei pela minha companheira de aventura no Queijinho. Estava algures por França, a acompanhar Afonso na guerra, quando um "olá" me trouxe à realidade. Vamos? Sim, mas primeiro vamos fazer as sandochas de frango. O trânsito na marginal foi o pano de fundo das nossas conversas. De vez em quando, um "VAMOS VER POLICE" seguido de uma enorme gargalhada, saía-nos quase sem querer... Analisávamos os nossos companheiros de viagem lá fora. Aquele tem cara de quem vai para casa, este vai ver o concerto de certeza... Chegámos ao parque. Não sem antes dizer mal do polícia que não nos deixou virar para o estádio e nos obrigou a seguir em frente sem qualquer indicação. De bilhete na mão, entrámos. "Se ouvires um botão, é meu". Dois segundos depois, o barulho de metal a cair no chão fez-nos rir. Descemos. "VAMOS VER POLICE". A fome já apertava e resolvemos juntar-nos à fila para comprar qualquer coisa para beber. Só meia hora depois percebemos que estávamos na fila dos cachorros. Procurámos o lugar ideal e esperámos. Já passava da hora quando entraram no palco. Saudaram-nos em português e depois começaram. "Message in a bottle"... "ESTAMOS A VER POLICE", e dissemo-lo vezes sem conta, sem dar demasiada importância ao frio e ao vento que também ali estavam. O professor de Economia também lá estava, "isto é da minha altura, não é da vossa". Enganou-se, é de todas. E lá continuavam a cantar, umas que nos saíam sem pensarmos muito, que foram fazendo parte da banda sonora da nossa vida, outras que não conhecíamos, mas que nem por isso nos tiravam o sorriso com que entrámos...  "Roxaaaaane"... Mais perto do final, passámos para as bancadas. Lá estavam, os três, com milhares de pessoas à frente... incluindo nós. Mais uma? Claro... Quando procurei as notícias no outro dia, acusaram-nos de cansaço e fizeram referência aos sinais da idade que já se fazem sentir. Não vi nada disso... Só um momento único. Que nem a gripe que apanhei lá, e me faz agora estar de cama, me fez desejar um único momento não ido. Afinal, Anocas, "FOMOS VER POLICE".

 

Imagem: elotopia.net

Estou:
Lá fora: "Roooxaaaneeee..."
Terça-feira, 25 de Setembro de 2007

.Message in a bottle

[I'll send an SOS to the world,
I hope that someone gets my
message in a bottle]
 

 

 

 

Não quero ficar optimista de mais, mas parece que, como a pedra que partiu o vidro do Queijinho estava numa estrada em obras a cargo da Câmara, esta tem de pagá-lo... Quanto ao Sporting, pois, como o meu pai me explicou, já foi bem pior e, portanto, posso manter a esperança numa melhoria progressiva. E, para ajudar a melhorar o meu dia que começou com 40 minutos de fila para entrar no IC19, vou ver POLICE!!! Na relvinha, claro, que a vidinha de jornalista não dá para mais... Mas ainda não posso cantar vitória. Existe sempre a possibilidade de eles cancelarem o concerto por saberem que eu vou, ou de me roubarem a carteira onde tenho o bilhete, ou um sem fim de coisas cuja probabilidade de me acontecer a mim é elevada... Por enquanto, ainda tenho o bilhete comigo e posso dizer EU VOU!!! Com a minha Anocas (miga, por solidariedade contigo, esqueci-me dos meus óculos de sol no Alentejo e vamos as duas pitosgas com o sol para lá, 'tá?).

 

Estou: esperançada...?
Lá fora: "Sending out an SOS"

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